DIA DAS MÃES, criado pelo comércio ou pelo AMOR?

 

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Ser mãe é um desejo de muitas mulheres, e não importa como isso aconteça o que importa é exercer o sentimento e os cuidados que vem com a maternidade, cuidados básicos e essenciais, educar, amar, brincar, acariciar, corrigir e disciplinar.

Uma data específica para refletir sobre a importância da mãe na vida dos filhos e porque não dizer da sociedade , foi uma luta de várias mulheres, a princípio sem sucesso. Podemos citar Julia Ward Howe, autora do hino da Batalha da República.

Mas foi pela dor da perda de sua mãe em 1905 que Anna Jarvis, filha de pastores,  entrou em depressão. Suas amigas  preocupadas com aquele sofrimento tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Anna aceitou e estendeu a festa para todas as mães vivas ou mortas, queria um dia para que as crianças se lembrassem de homenagear suas mães, tinha como ideia principal fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

A luta para criar um dia especial em celebração as mães durou três anos seguidos. A primeira celebração oficial aconteceu em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virginia Ocidental, incorporou o dia das mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado, outros estados americanos aderiram a comemoração.

Em 1914 o presidente do Estados Unidos, Woodrow Wilson, unificou a celebração em todos os estados, que deveria ser comemorada todo segundo domingo de maio. A sugestão da data foi da própria Anna Jarvis.

COMEMORAÇÃO NO BRASIL

No Brasil o dia das mães, foi promovido pela associação cristã de moços de Porto Alegre no dia 12 de maio de 1918. Em 1932 o presidente Getúlio Vargas, oficializou a data no segundo domingo de maio.

NÃO CRIEI O DIA DAS MÃES PARA COMÉRCIO

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Depois de ver seu sonho realizado, essa data  se tornou um momento de tristeza para Anna Jarvis. Na primeira missa realizada por Anna, ela distribuiu 500 cravos brancos, na igreja de Grafton, num telegrama declarou que a flor era para ser recebida por todos. Durante alguns anos Anna enviava os cravos  que no total foram mais de 10 mil cravos, porém com o tempo os cravos  passaram a serem comercializados.

Anna percebeu que este dia havia se tornado um dia de comércio, com fins lucrativos, não era essa sua intenção, ela queria um dia para que os filhos pudessem expressar sua gratidão e sentimentos por suas mães, tinha como ideal que essa data trouxesse um movimento de lembrar diariamente a importância de se ter uma mãe.

Diante do comércio estalecido Anna, lutou durante anos para que essa data fosse retirada do calendário, ela não teve sucesso. Anna morreu aos 84 anos sem exercer a maternidade.

Atualmente o dia das mães é a segunda data comemorativa onde as pessoas mais compram presentes, aumentando a  lucratividade para o comércio, em primeiro lugar vem o Natal. Os presentes comprados para as mães são mais caros, em relação aos presentes comprados no dia dos pais, as pessoas estão mais dispostas a gastar.

O que as mães desejam são presentes que demonstrem carinho, que funcionem como mensagem de amor.

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A brancura do cravo significava para Anna pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza.

 

 

Fonte: http://www.portaldafamilia.org. A origem do dia das mães.

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